De maneira silente a educação vai sendo menoscabada.

A promessa seria de que algumas escolas municipais iriam funcionar em tempo integral, passando a oferecer além de educação de qualidade no turno regular, oficinas pedagógicas no turno inverso, atendendo os estudantes de forma completa.

Chega a emocionar de tão bonito. Mas essa seria a expectativa, agora vamos à realidade.

A prefeitura de Rio Real (BA), decidiu fechar 13 escolas da rede municipal de ensino. A decisão pegou muita gente de surpresa, pelo fato de que não foi feito nenhum comunicado prévio.

Alguns moradores alegaram ter assinado um documento onde lhes foi informado que se tratava de uma ata do ano passado, mas que na verdade era um abaixo assinado concordando com o fechamento de algumas unidades de ensino. Teriam usado de má fé, ou deixaram uma ata por um ano inteiro sem ser assinada?

Pois bem…

Os pais dos alunos das escolas rurais, que são contra o fechamento, apontam que as crianças estão sendo prejudicadas indo estudar na cidade ou em outros povoados devido a diversos fatores, entre eles:  a distância entre suas residências e o ponto de ônibus e o medo de entregarem os seus filhos pequenos para ir à escola sem estarem acompanhados por eles (pais).

“Não podem tirar as únicas escolas que existem no campo. Fechar uma escola é fechar uma história e mudar a realidade das pessoas sem seu consentimento”, declarou a mãe de outro aluno que preferiu não se identificar.

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A gestão do “sorriso”, não contente com o fechamento de tantas escolas, conseguiu ir mais além – quando permitiu que todo o telhado de uma das escolas do povoado Massaranduba fosse removido para ser “doado” e a madeira vendida ( a promessa seria transformar a escola em um Posto de Saúde para a comunidade). Contudo, o que mais chama a atenção é o fato desta ação desumana ter sido feita a mando de um vereador da base de situação (essa informação recebi em primeira mão e não foi divulgada em outros meios de comunicação).

Na sexta-feira dia 22 de março, a rádio Real FM recebeu uma denúncia onde uma moradora do povoado presenciou o exato momento em que um caminhão azul estava sendo carregado para levar o telhado e a madeira da escola.

Segundo informações, o carro presta serviços para a prefeitura de Rio Real e o motorista informou que tinha ordens para buscar e não estavam roubando, o que nos leva a crer que a gestão desgovernada tinha conhecimento deste ato de crueldade.

Os moradores já haviam solicitado o local para usar como sede da Associação do Povoado, que por sinal, seria muito mais vantajoso e proveitoso uma vez que os moradores poderiam cuidar/zelar do local e este futuramente poderia vir a ser reaberto como uma escola ou até mesmo se transformar em um pequeno posto de saúde como prometido para a comunidade.

Diante do exposto, fica absolutamente claro o descompromisso que a gestão do prefeito Carroça tem com os moradores dos povoados do município e com a educação de nossas crianças, e que o vereador vulpino da base de situação, segue como sempre, angariando votos às expensas da prefeitura.

Mas o que todos querem realmente saber é qual o motivo de não ter sido aberta uma investigação se todos os dados do caminhão foram passados pela moradora? Trata-se de um patrimônio público, então qual o motivo de tanto silencio? Por que a prefeitura ainda não se pronunciou a respeito do ocorrido? Seriam eles húbris demais para reconhecer tamanho erro?

Prefeitura Municipal de Rio Real

Repetindo erros na mesma história!
Com desonestidade o trabalho não aparece e a cidade não cresce!

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