Câmara: vereadores ou marionetes?

Torna-se normal sempre ouvir um ou outro político antigo afirmando que os poderes são independentes, porém harmônicos. Mas, para existir essa harmonia não quer dizer que seja necessário reuniões de vereadores da base de situação antecedendo as sessões de Câmara, no gabinete do prefeito ou em sua residência.

Quem participou da sessão de quinta feira passada ou acompanhou pela rádio Real FM, pode perceber que em manobra arbitraria e contradizendo o próprio regimento interno, o presidente da câmara de vereadores de Rio Real, o Sr. Manoel França, sobe antecipadamente para votação o parecer do TCM sobre as contas do ex-gestor, Orlando Brito. Enquanto presidente da câmara, deveria resguardar as normas expressas do regimento interno da casa, porém este negou o pedido de vistas do processo, solicitado pelo vereador Alexandre Arroz. Expressando claramente, decisão despótica em não conceder ao edil, o quê expressamente está normatizado.

Fica claro que tal manobra foi arquitetada com todos os primores de trapaça, que por sinal é uma das habilidades desenvolvida com apuro pela família.

Segundo parecer do TCM, o ex-gestor teve a rejeição das contas por exceder os percentuais estabelecidos com gastos com a folha de pagamento de funcionários no exercício de 2014. Enquanto o atual gestor, o Carroça, acomete-se de irregularidades administrativas de todos os teores e proporções (licitações fraudulentas, processo seletivo irregular, contratações que lesam o erário público, entre tantas outras), nem uma menção é feita pela base do governo na intenção de fiscalizar ou para alertar que ele é um ímprobo.

A oposição até tenta moralizar o papel de fiscal do povo, pelo outro  lado, a gestão desmoraliza a casa inteira não respondendo as solicitações e quando responde é desdenhando, não da câmara de vereadores, desdenha é da polução inteira de Rio Real. Sentindo-se, assim,  absoluto, acima da lei, protegido por uma bancada de vereadores que não passaria nem em exame de consciência, quem dirá a uma devassa fiscal/financeira em suas finanças, que um salário de R$ 7.000,00 não sustentaria o padrão de vida que muitos vereadores levam.

E assim, manipulando o tramitar das preposições colocadas em plenário e sincronizando o voto da bancada aos seus interesses, a família, na pessoa do Sr. Carroça, segue em Rio Real, subjugando a Constituição Federal. Por enquanto!

Prefeitura Municipal de Rio Real
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