Onde estão 2.228.700,00?

Com uma campanha política pautada no slogan “Rio Real vai voltar a sorrir!”, o partido da família fez reuniões com todas as categorias possíveis (desde que tivesse titulo de eleitor) e que puderam fazer agrupamentos (jovens, idosos, comerciantes, feirantes, professores…,

Prometendo resgate da moralidade e prosperidade a cada uma delas e dizendo o quê cada classe queria escutar. Aos jovens e estudantes prometeu empregos, mais oportunidades educativas e profissionalizantes, e até wi-fi grátis nas ruas (lembram?); aos comerciantes se comprometeu em revitalizar o comércio; aos feirantes, como não podia prometer uma melhor estrutura (porque já estava feita pelo prefeito anterior) prometeu redução de taxas. Enfim, disse o quê era agradável ao ouvido de cada classe, induzindo o pensamento dos ouvintes que pararam para escutar as promessas de campanha.

Tais promessas de ganhos, com o acréscimo de realização profissional e principalmente melhoria financeira, foi direcionada aos professores. Assegurando a regularização do piso salarial da classe de magistério e nessa ocasião, em manobra arquitetada juntamente com um grupo de professores autoproclamados comissão de negociação, padronizados com camisetas com o slogan “Respeito ao professor”, tumultuou a sessão de votação e rejeitou a proposta de atualização salarial e pagamento de retroativos em três parcelas em plena semana de eleição. Desde então, as percas financeiras e a desvalorização profissional são crescentes, consequentemente acarretando prejuízos e a estagnação no comércio da cidade.

Antônio Alves dos Santos – Carroça juntamente com a comissão tumultuante de negociação, são responsáveis por não repassar aos professores e não fazer circular por mês, mais de  R$ 159.192,87 (cento e cinquenta nove mil e cento e noventa e dois reais e oitenta e sete centavos) no comércio local. Prejudicando centenas de comerciantes, desde a vendedora de cosméticos aos mercados de bairro, incluindo as lojas do centro da cidade e os mercados de grande porte, sem esquecer de mencionar os pequenos feirantes. Todos estão atingidos pelas falsas promessas de campanha de Carroça e a inescrupulosidade dos professores que compunham a comissão “Respeito ao professor”, que prejudicaram toda a categoria do magistério e o comércio da cidade, para garantir-se em cargos comissionados e nomeações bem como outros benefícios na gestão atual.

Após dezesseis meses de gestão, o que temos, e o que vemos em Rio Real é uma cidade com o comércio estagnado, onde a prometida prosperidade não alcançou a todos, a não ser aquele ciclo mínimo de beneficiados por fazer parte do seio familiar 11. O comércio local esvaziado de clientes, um sem fim de lojas vazias, com mercadorias de todas as espécies encalhadas nas gôndolas e vitrines para o desespero dos comerciantes e a desilusão de quem não pode comprá-las, pois a estes, o prometido sorriso não chegou. O quê chegou foi a concretização da má-fé de Carroça e todo seu grupo com os cidadãos realenses, simultaneamente com ambição da família 11 e as conveniências político-partidárias.

No conteúdo e no contexto de má-fé o repertório de Carroça e assessores, é inesgotável!

Na má-fé fez um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, para o pagamento de retroativos do aumento do piso salarial dos professores, do ano de 2016 (aquele que a comissão “respeito ao professor” tumultuou o acordo), parcelando e dividindo os percentuais em prazo imoral e não o cumpriu até hoje. Na má-fé, enviou para a Câmara de Vereadores, em tramitação ordinária (que não tem pressa para ser lida, analisada, discutida e votada), Projeto de Lei Complementar que entre outras intenções de má-fé tira a progressão horizontal, também conhecida como biênio; que acarretará uma redução de 12% (doze por cento) ao salário já desvalorizado dos Servidores do Magistério Público do Município, retroagindo a má-fé à janeiro/2018.

Porém, para tudo isso, contou com a boa-fé de você que acreditou que Rio Real iria voltar a sorrir com a prosperidade chegando até ti. E contou com os comerciantes que, também, acreditaram com boa-fé que o comércio local iria ser reacendido. Os jovens, com muita boa-fé, esperam o primeiro emprego e o wi-fi aberto nas ruas da cidade. E com tanta boa-fé, não esperavam que não circulasse na cidade R$ 2.228.700,00 (dois milhões duzentos e vinte oito mil e setecentos reais) através de artimanha tão carregada de má intenções como foi a manobra intitulada “Respeito ao Professor”.

Obs.: Para o cálculo do montante devido aos professores pela atual gestão, foi-se calculado o montante do retroativo dos treze meses (12 meses, mais o décimo terceiro salário) de 2016, mais a porcentagem do aumento de todos os meses de 2017, mais o aumento do ano 2018. Valores que já vêm integralizados aos repasses mensais do Governo Federal, na conta FUNDEB.

Prefeitura Municipal de Rio Real.
Repetindo erros na mesma história!

 

Fotos retiradas da internet

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