A peleja da obrigação fiscalizadora contra a omissão conveniente

Irregularidades administrativas, dos mais variados princípios, incorporados na administração de Carroça já são inumeráveis. Principiando nos casos de nepotismo, passando por concessões de vantagens aos partidários, chegando à contratação da empresa de Raimundo Cosme, digo de Mailson Ferreira dos Santos, para capacitação e treinamento no sistema SIGA, desenvolvido, gerenciado e hospedado pelo TCM, existem!  Fatos estes que contrariam a tão alarmada moralidade de Antonio Alves dos Santos, o Carroça e equipe administrativa!

Partindo do princípio que reza o dito popular: “Quem não deve, não teme”; a bancada da situação na câmara de vereadores de Rio Real, deixou evidente que temem, e temem muito, por eles e por toda rede de distribuição de benefícios atreladas ao prefeito de Rio Real.

As justificativas de votar contrário ao requerimento que pede que a empresa apresente as certificações foram muitas. Da que foi dada pelo vereador meninão de Zé Bonfim: ”isso partiu de fake falso nas redes sociais, senhor presidente! “, às alegações de que teve suas solicitações e requerimentos “engavetadas”, – justificou também seu voto contrário o vereador João Bosco.

Embasamento lógico em suas colocações o vereador João Bosco não tem. Quem dirá ter discernimento para formular um requerimento coerente para levar à votação na plenária da câmara de vereadores!  Mas, isso já são fatos ocorridos entre 2013 e 2016. Portanto, não merecem ser mais lembrados e comentados, se não fosse a justificativa de voto contrário proferido pelo vereador Xandy Guimarães (aquele que pedia pra fazer um XIS!). Com sua justificativa, configurou a primeira ocorrência de INCOPETÊNCIA SOLIDÁRIA nesse mandato legislativo.

Justificou Xandy: “…Mas, já, de ante-mão, vou dizer que meu voto é contrário. Que é um voto de repúdio à omissão dos requerimentos que o vereador Bosco colocou nessa casa na gestão passada. Então, meu voto, já é contrário devido a omissão que esta casa teve perante os requerimentos do vereador Bosco. Tenho dito, senhor presidente!”

Com sua fala o vereador junior, deixou claro que lhe falta maturidade para assunção de um cargo público, que não tem a consciência de que está ali representando eleitores, que  muitos  desses não têm emprego e lhe deram um primeiro emprego com um salário de seis mil reais para manter o seu  status quo. E ainda é evidente, que desconhece os princípios republicanos, sobre os quais a administração pública deve se conduzir pelo interesse do povo e  pela obrigatoriedade de prestação de contas ao povo, assim afirmando, que está na câmara para impedir a atuação fiscalizadora da casa legislativa – representantes do povo,  sobre as suspeitas de irregularidades da gestão de Carroça.

Não poderia deixar de parabenizar o Excelentíssimo presidente da câmara, Manoel França, por ter aceitado o requerimento e por ter votado a favor, desempatando assim a votação, e claro, aos vereadores da base de oposição por realizarem um de seus principais papéis (Fiscalizar).

Quanto à votação do requerimento, fica claro que a tão celebrada honestidade e moralidade de Carroça, equipe e familiares, tremeu (como tremeu!) e mostrou-se padecer  a uma solicitação de apresentar certificações da empresa contratada para prestar um serviço que o TCM dá gratuitamente.

Prefeitura Municipal de Rio Real
Construindo Uma Nova História – Só que não!

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